Não há como negar que o vazio é vertiginoso. Mamíferos querem se irmanar. Não interessa quanta densa gosma rancorosa o coração suporta.
Duros se fazem o homens só pra protegerem a delicada película que sofre no meio de tanta ignorância. Se protegem da dor e sufocam o amor.
Pricisamos de uma nova educação. Que ensine a expressar, que nos ensine a ser além do que sugere o dragão magoado que habita e se fortalece no homem à cada frustração.
Nem que para isso se ensine a esquecer. A focalizar em tempo real a essência desprezível e não importante do próximo que nos atinge.
Tanto o ele quanto o eu são muito mais que uma horrenda espinha que brota no nariz.
Sejamos a grande saúde: a sentida e a idealizada. Corramos como corcéis recém libertos.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
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