Os objetivos são o sal da vida. O gosto das coisas que estão por vir e arquitetadas no plano das idéias. São o que de fato nos separam dos outros seres, e um artefato da atual escala evolutiva que nos encontramos.
Podemos pensar que um felino espreita sua preza com cuidado e astúcia. Com o propósito de ataque e alimento. Sendo isto também um objetivo e fruir da imaginação.
Quando o ser humano projeta seus anseios ele pode se valer de todas as etapas que a engenharia natural arquitetou anteriormente e atingiu seu ápice no homem.
Somos a astúcia do felino, o espírito gregário dos caninos, a noção familiar e hierárquica dos elefantes, somos a memória evolutiva de todos os níveis de consciência atrás de nós.
Quando lutamos por alimentos ou por segurança visando satisfação e sobrevivência, o fazemos lançando mão dos patamares mais primitivos do ser na proporção em que fazemos a coisa tão intuituivamente e mecânica possível.
Esta é a diferença dos propósitos de caça de um felino. Por sermos mais bem acabados e um estágio além, podemos nos valer da memória evolutiva pela qual o dom da vida e a consciência que nos anima já passou. No felino obviamente a recíproca não pode ser verdadeira uma vez que claro não pode utilizar de um mecanismo mais avançado.
Então de fato somos os seres que devemos ser quando usamos os recursos mais elevados que nos constituem. A saber, o dom prever causas e efeitos, reflexão e auto-reflexão, estabelecer metas e estratégias, e os mais abstratos sentimentos: amor, amizade, fraternidade... . Os dois últimos, obviamente, desde que desvinculados dos sensos de sobrevivência mais arcaicos. Ou melhor, um desenvolvimentos destes, assim como somos propriamente um estágio além de algum anterior.
Com relação ao primeiro, o amor - sentimento desinteressado e ainda não totalmente conceitualmente elaborado - só agora deu as caras por aqui no constante evoluir. Sentimento poderoso e ainda deveras incipiente e que sugere duas principais deduções:1)Aprendermos a usufruir desta consciência e saber. Capitarmos sua essência e seu corpo. 2) O homem é ele também uma ponte, um estágio no constante evoluir. Evolução essa que parece ser o principal feito da existência e meta do seu criador.
Assemelhemo-nos à Ele então nesta meta.
terça-feira, 4 de março de 2008
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Tudo é relativo.
Recentemente me deparei com um livro, um compêndio de Física Quântica. Fiquei satisfeito de enfim poder ter contato com uma obra que abordava esta ciência pela perspectiva matemática, escrita por um doutor em física nuclear e que se propunha a simplificar tanto quanto fosse possível o entendimento deste complexo mundo infinitesimal.
Tudo que os leigos sabem à respeito do assunto, deriva de um sem número de escritores que se apegam ao potencial filosófico da dualidade da matéria, e saem relatando um mundo de fantasias, com ar vitorioso e descansado de terem encontrado a chave da magia e mistério do mundo.
Einstein já dizia com certo ar de malícia que só duas pessoas haviam entendido a sua teoria da relatividade geral e que ele não conseguia lembrar quem era a outra.
De fato quando nem mesmo os próprios pesquisadores sabem prever os acontecimentos, as causas que irão gerar os respectivos efeitos, uma tal ciência é sem dúvida terreno fértil para especulações.
Infelizmente não entendi nada também, ou não tivesse interesse em estudar cálculos diferenciais em matrizes compostas derivadas. Mas o potencial filosófico é indiscutível.
Simplificadamente a matéria é formada de partículas infinitamente pequenas que se atraem e se repelem dependendo de suas respectivas cargas. Tudo no universo e construído com este "tijolinhos" energéticos.
A grande questão que dá margem à especulações é realmente impressionante. E transforma nossas mais firmes certezas em vapores prestes a esvanecerem. As partículas de matéria ou seja, em essência a matéria, depende estritamente seu comportamento do
observador, é a famosa dualidade onda-partícula.
Funciona mais ou menos assim: Tudo depende da Luz. A luz é uma onda e tal qual vai de um ponto A ao B. Nossos olhos estão fisiologicamente programados pra capitarem uma quantidade desta onda por unidade de tempo. Mas em um laboratório manipula-se esta variável. Quando se incide uma frequência de luz mais lenta numa partícula ela se apresenta como estática no espaço. Aumentando-se essa frequência, ou seja mais fótons de luz chegando à partícula o seu comportamento passa a ser o de onda.
Só estes dados simples já permitem uma série de especulações. A consciência do tempo, o que é lento ou rápido, mundos de velocidades distintas, aquém ou além de nossas capacidades.
E uma dúvida entre tantas paira no ar: Qualquer encefalograma registra uma imensidão de estímulos inundando o ser, e novento por cento destes não se sabe a causa definida. São percebidos, registrados mas não relacionados.
Tudo que os leigos sabem à respeito do assunto, deriva de um sem número de escritores que se apegam ao potencial filosófico da dualidade da matéria, e saem relatando um mundo de fantasias, com ar vitorioso e descansado de terem encontrado a chave da magia e mistério do mundo.
Einstein já dizia com certo ar de malícia que só duas pessoas haviam entendido a sua teoria da relatividade geral e que ele não conseguia lembrar quem era a outra.
De fato quando nem mesmo os próprios pesquisadores sabem prever os acontecimentos, as causas que irão gerar os respectivos efeitos, uma tal ciência é sem dúvida terreno fértil para especulações.
Infelizmente não entendi nada também, ou não tivesse interesse em estudar cálculos diferenciais em matrizes compostas derivadas. Mas o potencial filosófico é indiscutível.
Simplificadamente a matéria é formada de partículas infinitamente pequenas que se atraem e se repelem dependendo de suas respectivas cargas. Tudo no universo e construído com este "tijolinhos" energéticos.
A grande questão que dá margem à especulações é realmente impressionante. E transforma nossas mais firmes certezas em vapores prestes a esvanecerem. As partículas de matéria ou seja, em essência a matéria, depende estritamente seu comportamento do
observador, é a famosa dualidade onda-partícula.
Funciona mais ou menos assim: Tudo depende da Luz. A luz é uma onda e tal qual vai de um ponto A ao B. Nossos olhos estão fisiologicamente programados pra capitarem uma quantidade desta onda por unidade de tempo. Mas em um laboratório manipula-se esta variável. Quando se incide uma frequência de luz mais lenta numa partícula ela se apresenta como estática no espaço. Aumentando-se essa frequência, ou seja mais fótons de luz chegando à partícula o seu comportamento passa a ser o de onda.
Só estes dados simples já permitem uma série de especulações. A consciência do tempo, o que é lento ou rápido, mundos de velocidades distintas, aquém ou além de nossas capacidades.
E uma dúvida entre tantas paira no ar: Qualquer encefalograma registra uma imensidão de estímulos inundando o ser, e novento por cento destes não se sabe a causa definida. São percebidos, registrados mas não relacionados.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Os Incompletos
Desejar faz parte. Brota talvez dos confins e labirintos do espírito que prescente o seu estado incompleto.
Nos percebermos desde o início carentes de algo e desenvolvemos o mecanismo de busca dos elementos de preenchimento.
No início o choro estridente que faz agir os que propiciarão satisfação. Na sequência aprendemos a aperfeiçoar novas formas condizentes com o estado de maturação biológica, no entanto com o propósito estruturalmente o mesmo: sorver dos benefícios.
Mas o que está encoberto pro trás desta complexa sensação de falta? Dois tópicos podem começar o caminho da elucidação. Duas vias com tendências opostas na forma como no conteúdo. Ao optarmos por uma - principalmente com o dificultor mor de sabermos da outra linha por onde se pode enviesar o raciocínio - sempre se terá a sombra da perspectiva preterida, tal qual a vida mesma apresenta em toda sua jornada em sucessivas ocasiões.
Ponto pacífico: Desejos são frutos da conscientização da carência que nasce do se sentir incompleto.
Uma abordagem é termos em conta a própria estrutura orgânica, que busca em qualquer patamar que ocupa na cadeia evolutiva incorporar substâncias para autopresevacão. O desejo surge então como ferramenta enraizada no próprio primitivismo da espécie, tão inato quanto o próprio ser. A partir deste reflexo incrustrado em bases fisiológicas, os seres tendêm por natureza ao querer sempre e ininterruptamente. Sendo mais prático e inercial contruírem novas e elaboradas formas de insatisfação, dando assim escape ao sempre querer.
Uma segunda abordagem requer uma perspectiva um tanto mais abstrata e
sugere que o moto contínuo das insatisfações é a ancestral lembrança do todo e de fazermos parte neste todo como partícula essencial apenas sendo. Esta memória subjetiva e compartilhada, nos faz carentes por estarmos agora afastados desta exuberante raíz de onde partimos e éramos completos. Simbolicamente a vida intra-uterina é a melhor e mais próxima visão arquetipica deste núcleo de satisfação contínua de onde a chama vital surge.
Nos percebermos desde o início carentes de algo e desenvolvemos o mecanismo de busca dos elementos de preenchimento.
No início o choro estridente que faz agir os que propiciarão satisfação. Na sequência aprendemos a aperfeiçoar novas formas condizentes com o estado de maturação biológica, no entanto com o propósito estruturalmente o mesmo: sorver dos benefícios.
Mas o que está encoberto pro trás desta complexa sensação de falta? Dois tópicos podem começar o caminho da elucidação. Duas vias com tendências opostas na forma como no conteúdo. Ao optarmos por uma - principalmente com o dificultor mor de sabermos da outra linha por onde se pode enviesar o raciocínio - sempre se terá a sombra da perspectiva preterida, tal qual a vida mesma apresenta em toda sua jornada em sucessivas ocasiões.
Ponto pacífico: Desejos são frutos da conscientização da carência que nasce do se sentir incompleto.
Uma abordagem é termos em conta a própria estrutura orgânica, que busca em qualquer patamar que ocupa na cadeia evolutiva incorporar substâncias para autopresevacão. O desejo surge então como ferramenta enraizada no próprio primitivismo da espécie, tão inato quanto o próprio ser. A partir deste reflexo incrustrado em bases fisiológicas, os seres tendêm por natureza ao querer sempre e ininterruptamente. Sendo mais prático e inercial contruírem novas e elaboradas formas de insatisfação, dando assim escape ao sempre querer.
Uma segunda abordagem requer uma perspectiva um tanto mais abstrata e
sugere que o moto contínuo das insatisfações é a ancestral lembrança do todo e de fazermos parte neste todo como partícula essencial apenas sendo. Esta memória subjetiva e compartilhada, nos faz carentes por estarmos agora afastados desta exuberante raíz de onde partimos e éramos completos. Simbolicamente a vida intra-uterina é a melhor e mais próxima visão arquetipica deste núcleo de satisfação contínua de onde a chama vital surge.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
O que os mestres sabiam?
Seguimos tentando entender este aglomerado aos sentidos e, no entanto, com um limitado espectro de toda a manifestação nos é fisiológicamente permitido relacionar.
Penso aqui comigo quanta misericórdia e inteligência do processo criativo universal em selecionar só esta pequena faixa de luz. Com quantos outros processos interagimos e nem percebemos. Quanta falta de explicação para os inúmeros pormenores que nos influênciam.
De fato esta na hora de reavaliarmos conceitos que vão do básico instinto ao que é comumente considerado milagre. Penso que a falta de explicação para certos fenômenos reside muito mais na limitação racional - da qual o espectro de luz é o símbolo em essência - de considerarmos os princípios causais por trás do acontecimento.
Temos no cérebro um instrumento valioso e complexo que nos permite criar as descrições com a qual identificamos e entendemos o todo. Com isso, no fogo do que é manifestado, forjamos nossa consciência. Esta, elaborada e preparada pelas descrições compreende apenas o parêntesis cognoscível.
O maior e infinitamente à parte necessita ainda de mecanismos cartesianos e seguros para que os vivenciamos com prática e utilidade. Se é que isso realmente importa.
A lógica está sedimentada em fundamentos de espacidade e temporalidade, causa e efeitos elegantemente seguros e conhecidos. O desconhecido provavelmente relacina-se com outra categoria de leis que já não mais devemos ignorar fantasiando a verdade de fantasmagorias.
Penso aqui comigo quanta misericórdia e inteligência do processo criativo universal em selecionar só esta pequena faixa de luz. Com quantos outros processos interagimos e nem percebemos. Quanta falta de explicação para os inúmeros pormenores que nos influênciam.
De fato esta na hora de reavaliarmos conceitos que vão do básico instinto ao que é comumente considerado milagre. Penso que a falta de explicação para certos fenômenos reside muito mais na limitação racional - da qual o espectro de luz é o símbolo em essência - de considerarmos os princípios causais por trás do acontecimento.
Temos no cérebro um instrumento valioso e complexo que nos permite criar as descrições com a qual identificamos e entendemos o todo. Com isso, no fogo do que é manifestado, forjamos nossa consciência. Esta, elaborada e preparada pelas descrições compreende apenas o parêntesis cognoscível.
O maior e infinitamente à parte necessita ainda de mecanismos cartesianos e seguros para que os vivenciamos com prática e utilidade. Se é que isso realmente importa.
A lógica está sedimentada em fundamentos de espacidade e temporalidade, causa e efeitos elegantemente seguros e conhecidos. O desconhecido provavelmente relacina-se com outra categoria de leis que já não mais devemos ignorar fantasiando a verdade de fantasmagorias.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Da Natureza
A vontade de transformação é explícita. Toda forma no tempo muda e é da natureza de todas as coisas que ocupam espaço.
Ao nos fixarmos a uma estrutura de personalidade nos enrijescemos feito tocos de pau, enquanto os ciclos se movem à volta.
Olho em volta e vejo a diferença no ar, no céu, consigo perceber pois a brisa e o Sol se movem mais rápidos do que aquele jatobá ali.
No entanto aquele jatobá está mudando e sua forma agora esta de passagem. Só não tenho tempo nem poesia para visualizar estes pormenores da transfiguração.
Se apegar à uma idéia de ser é querer ser o louco que pensa parar o mundo. Não, sinto muito, mas não és mais o mesmo de ontem, pequenas mudanças aconteceram.
Podia ser melhor. Aceitar o fluxo do tempo com respeito é permitir cair a terra o frutos apodedrecidos de si, que já não lhe pertencem mais.
A terra esta louca pra comer este teu pedaço velho e estragado que já deveria ter lançado mão à tempo. O que tá fazendo com este intruso que não mais lhe corresponde?
Vamos lá deixe de apegos. Só porque entendeu tudo errado e teve maus professores, incluindo esta parte envelhecida de ti invejosa e saudosa do viço novo.
Abra mão desta inutilidade. Frutos e flores novas e belas querem e precisam nascer.
E não se esqueça que pra estes também chegará a hora.
Ao nos fixarmos a uma estrutura de personalidade nos enrijescemos feito tocos de pau, enquanto os ciclos se movem à volta.
Olho em volta e vejo a diferença no ar, no céu, consigo perceber pois a brisa e o Sol se movem mais rápidos do que aquele jatobá ali.
No entanto aquele jatobá está mudando e sua forma agora esta de passagem. Só não tenho tempo nem poesia para visualizar estes pormenores da transfiguração.
Se apegar à uma idéia de ser é querer ser o louco que pensa parar o mundo. Não, sinto muito, mas não és mais o mesmo de ontem, pequenas mudanças aconteceram.
Podia ser melhor. Aceitar o fluxo do tempo com respeito é permitir cair a terra o frutos apodedrecidos de si, que já não lhe pertencem mais.
A terra esta louca pra comer este teu pedaço velho e estragado que já deveria ter lançado mão à tempo. O que tá fazendo com este intruso que não mais lhe corresponde?
Vamos lá deixe de apegos. Só porque entendeu tudo errado e teve maus professores, incluindo esta parte envelhecida de ti invejosa e saudosa do viço novo.
Abra mão desta inutilidade. Frutos e flores novas e belas querem e precisam nascer.
E não se esqueça que pra estes também chegará a hora.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Para que se apequenecer?
Não há como negar que o vazio é vertiginoso. Mamíferos querem se irmanar. Não interessa quanta densa gosma rancorosa o coração suporta.
Duros se fazem o homens só pra protegerem a delicada película que sofre no meio de tanta ignorância. Se protegem da dor e sufocam o amor.
Pricisamos de uma nova educação. Que ensine a expressar, que nos ensine a ser além do que sugere o dragão magoado que habita e se fortalece no homem à cada frustração.
Nem que para isso se ensine a esquecer. A focalizar em tempo real a essência desprezível e não importante do próximo que nos atinge.
Tanto o ele quanto o eu são muito mais que uma horrenda espinha que brota no nariz.
Sejamos a grande saúde: a sentida e a idealizada. Corramos como corcéis recém libertos.
Duros se fazem o homens só pra protegerem a delicada película que sofre no meio de tanta ignorância. Se protegem da dor e sufocam o amor.
Pricisamos de uma nova educação. Que ensine a expressar, que nos ensine a ser além do que sugere o dragão magoado que habita e se fortalece no homem à cada frustração.
Nem que para isso se ensine a esquecer. A focalizar em tempo real a essência desprezível e não importante do próximo que nos atinge.
Tanto o ele quanto o eu são muito mais que uma horrenda espinha que brota no nariz.
Sejamos a grande saúde: a sentida e a idealizada. Corramos como corcéis recém libertos.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Movimento Interno Rumo ao Absoluto
Eis o que deve ser feito todos os dias, buscar. Sob o auspício dos dias que se seguem uns aos outros encontramo-nos nós.
Onde estávamos a cem anos se não na inexistência. Esta é vossa dádiva - abrir os olhos deixar a luz entrar.
Do escuro antes ao luminoso agora, tens de presente vosso ser. E o que primeiro fizemos quando nos percebemos sendo?
Exploramos o mundo, no equilíbrio e na força que graças à nossa coragem aumentava a cada dia.
Quantos são ainda aqueles que possuêm a mesma bravura. Sejamos bebês novamente e esqueçamos o medo que nos mantêm estáticos.
Não desanimem agora. Fizemos um belo trabalho no alvorescer de nosso ser, construindo nosso andar sobre pés.
É necessário continuar. Olhem para cima e para frente e perceberam que há muito espaço ainda pra este seu bebê de coragem e inocência segurança sem culpa conhecer.
Não se preocupem, despedacem esta personalidade de pedra enrijescida de ignorância e mentiras.
Aumentem-se, refaçam-se. Somos os que devem por nome as coisas e isso só será bem feito com uma consciência cada vez mais poderosa.
Chega de sonhos e quimeras, agora chegou a hora da ação. Deus com certeza é mais sólido que os pesamentos improdutivos que prosperam na inércia.
Vamos juntos. O nosso primeiro trabalho foi de exploração e conquista e há muito, muito mais à ser feito.
Desfaça-se das inseguranças mal disfarçada de auto-suficiência adulta e assuma a humilde coragem da criança que confia nos pais e busca o outro lado da casa.
Não sei o que mais que isso pode valer a pena.
O Movimento Rumo ao Absoluto vai começar agora.
Do escuro antes ao luminoso agora, tens de presente vosso ser. E o que primeiro fizemos quando nos percebemos sendo?
Exploramos o mundo, no equilíbrio e na força que graças à nossa coragem aumentava a cada dia.
Quantos são ainda aqueles que possuêm a mesma bravura. Sejamos bebês novamente e esqueçamos o medo que nos mantêm estáticos.
Não desanimem agora. Fizemos um belo trabalho no alvorescer de nosso ser, construindo nosso andar sobre pés.
É necessário continuar. Olhem para cima e para frente e perceberam que há muito espaço ainda pra este seu bebê de coragem e inocência segurança sem culpa conhecer.
Não se preocupem, despedacem esta personalidade de pedra enrijescida de ignorância e mentiras.
Aumentem-se, refaçam-se. Somos os que devem por nome as coisas e isso só será bem feito com uma consciência cada vez mais poderosa.
Chega de sonhos e quimeras, agora chegou a hora da ação. Deus com certeza é mais sólido que os pesamentos improdutivos que prosperam na inércia.
Vamos juntos. O nosso primeiro trabalho foi de exploração e conquista e há muito, muito mais à ser feito.
Desfaça-se das inseguranças mal disfarçada de auto-suficiência adulta e assuma a humilde coragem da criança que confia nos pais e busca o outro lado da casa.
Não sei o que mais que isso pode valer a pena.
O Movimento Rumo ao Absoluto vai começar agora.
Assinar:
Comentários (Atom)